O mais recente boletim da Secretaria de Município da Saúde (SMS), divulgado nesta segunda-feira (6), traz um alerta importante: já são 274 focos do mosquito Aedes aegypti identificados em 35 localidades diferentes de Rio Grande. A crescente presença do vetor da dengue, chikungunya e zika vírus preocupa as autoridades sanitárias, que intensificam o monitoramento na cidade (veja a relação completa dos bairros mais afetados ao final da matéria).
Além dos focos, o boletim semanal aponta 68 notificações de casos suspeitos de dengue. Desse total, 44 foram descartadas, 19 seguem sob investigação laboratorial e cinco casos positivos autóctones foram confirmados — ou seja, contraídos dentro do próprio município. Os infectados são residentes dos bairros Centro, Cidade Nova, Parque Marinha, Cassino e Ilha dos Marinheiros.
A cidade também registra 12 notificações de casos suspeitos de febre chikungunya. Até o momento, quatro já foram descartadas e oito ainda aguardam confirmação por exames.
Confira abaixo a lista completa dos focos do mosquito Aedes aegypti registrados até 5 de maio de 2025, por bairro:
45 – Centro (18 alados)
36 – Vila da Quinta (6 alados)
23 – Linha do Parque (7 alados)
20 – Cidade Nova (5 alados)
17 – Distrito Industrial (1 alado)
16 – Povo Novo (3 alados)
13 – Cibrazém
12 – São Miguel (2 alados)
11 – Santa Rosa (2 alados)
9 – Maria dos Anjos (2 alados)
9 – Junção (3 alados)
8 – Profilurb (1 alado)
6 – Vila Maria (2 alados)
5 – Bolaxa (1 alado)
5 – FURG Carreiros (2 alados)
5 – Aeroporto
4 – São João / Recreio
3 – Castelo Branco
3 – Prado
3 – Hidráulica
2 – Bernadeth (2 alados)
2 – Municipal (1 alado)
2 – Porto Novo
2 – Lar Gaúcho / Navegantes
2 – Trevo
2 – Senandes
1 – Domingos Petroline (alado)
1 – Ilha dos Marinheiros (alado)
1 – Santa Tereza (alado)
1 – Cassino (alado)
1 – Torotama (alado)
1 – Parque Marinha (alado)
1 – Mangueira
1 – Ipiranga
1 – Jardim do Sol
A SMS reforça a importância da colaboração da comunidade para eliminar possíveis criadouros do mosquito, especialmente com a aproximação do inverno, quando os ovos do Aedes podem resistir por longos períodos em locais secos à espera de água para eclodir.
