A duplicação da ERS-734 é uma obra importante para a região, mas um ponto essencial parece ter sido ignorado: a segurança dos pedestres.
Ao longo da rodovia há condomínios, universidades, supermercados e diversos empreendimentos que geram grande circulação de pessoas. Mesmo assim, o projeto não prevê passarelas para travessia segura.
Como uma obra dessa magnitude deixa de incluir algo tão básico? Com o aumento da velocidade e do fluxo de veículos, os riscos para quem precisa atravessar a via também crescerão.
Antes que acidentes obriguem o poder público a agir, essa falha precisa ser corrigida. Passarelas não são luxo, mas equipamentos essenciais de segurança.
A comunidade precisa cobrar explicações. Afinal, de que adianta investir milhões em uma duplicação se a vida das pessoas continua ficando em segundo plano?
