--° / --°
Min Max
Aviso! GERAL MANCHETE Últimas notícias

DESLEIXO: INCÊNDIO EM EMBARCAÇÕES ABANDONADAS NA HIDROVIÁRIA ESCANCARA NEGLIGÊNCIA E FALTA DE PROVIDÊNCIAS

O incêndio registrado na madrugada desta sexta-feira em embarcações abandonadas na região da Hidroviária, em Rio Grande, levanta um questionamento inevitável: precisavam esperar o fogo acontecer novamente para tomar alguma atitude?

As imagens das chamas consumindo os barcos escancaram aquilo que já havia sido denunciado anteriormente: o abandono completo de embarcações deterioradas em uma das áreas mais visíveis da cidade, sem fiscalização efetiva, sem remoção e sem qualquer sinal concreto de prevenção.

O caso ganha contornos ainda mais graves porque o problema já havia sido alertado publicamente. Dias atrás, denúncias encaminhadas ao Agora News RG cobravam providências urgentes sobre o estado das embarcações largadas às margens da lagoa, apontando riscos ambientais, estruturais e de segurança.

Mesmo assim, nada foi feito.

Mesmo anunciado, desleixo das autoridades deixa a prova falta de fiscalização da área portuária. (Fotos JA)

 

Agora, após o incêndio durante a madrugada, fica a sensação de que o desastre era praticamente anunciado. Um cenário previsível, ignorado por quem deveria agir antes que o pior acontecesse.

A responsabilidade precisa ser esclarecida. Seja Portos RS, Marinha ou qualquer órgão competente ligado à fiscalização e segurança da área portuária, alguém precisava ter tomado providências antes que as chamas voltassem a atingir as embarcações.

O episódio reacende críticas sobre o abandono da área portuária e a ausência de ações preventivas. Afinal, não se trata apenas de barcos velhos largados na margem. Trata-se de risco real de incêndio, dano ambiental, ameaça à segurança pública e destruição de uma área histórica da cidade.

As imagens registradas durante a madrugada mostram fogo alto, fumaça intensa e mais um episódio lamentável envolvendo estruturas abandonadas na zona portuária rio-grandina.

A pergunta que permanece é simples e direta: se a denúncia já existia, por que deixaram acontecer?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *