A tarde deste domingo (30) confirmou o que o torcedor rio-grandino tanto temia: SC Rio Grande e SC São Paulo vão permanecer na Série B do Gauchão, a popular e sofrida Terceirona, por mais uma temporada.
Enquanto os adversários comemoram o acesso, os dois gigantes históricos de Rio Grande amargam mais um capítulo de frustração e estagnação esportiva.
🔵 Rio Grande goleado e sem reação
No Edmundo Feix, o Guarani-VA confirmou o favoritismo e atropelou o Rio Grande por 4 a 0, repetindo a superioridade demonstrada durante toda a competição. A equipe rio-grandina, que já havia perdido em casa no jogo de ida, viu o sonho do acesso escapar ainda no primeiro tempo.
Os gols saíram com:
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Lucão (24’)
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Dênis (38’) após bola no travessão
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Vitor e Mulita, fechando a goleada já na etapa final
Para piorar, o Vovô ficou com um a menos aos 43 minutos da primeira etapa, quando Léo Salles foi expulso. O Guarani, líder da fase classificatória, retornará à Série A2 em 2026.
🔴⚪ São Paulo luta, mas também fica pelo caminho
No Aldo Dapuzzo, o São Paulo empatou em 1 a 1 com a Apafut, mas o resultado não foi suficiente após a derrota por 1 a 0 no jogo de ida. O Tricolor da Serra abriu o placar no início do segundo tempo, em jogada de escanteio que desviou em defensor rubro-verde. O Leão do Parque até teve pênalti logo depois, mas Tailer parou no goleiro Nunes, desperdiçando a chance de igualar o confronto.
A partida terminou dramática:
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Marquinhos (Apafut) expulso aos 9’
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Sorriso e Natan (São Paulo) expulsos aos 32’ e 42’
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Derick Lessa, aos 46’, recebeu o segundo amarelo, deixando o São Paulo com três jogadores a menos
Mesmo assim, o Leão descontou com Diego Nunes, de pênalti, mas já era tarde. A Apafut fez história e conquistou o acesso inédito.
🏆 Decisão da Série B
Guarani-VA x Apafut fazem a final do Gauchão Série B 2025:
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Ida: quarta (03), 15h – Sesi Caxias
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Volta: domingo (07), 15h – Edmundo Feix
💬 Fica o sentimento
Enquanto isso, em Rio Grande, fica novamente o gosto amargo.
Dois clubes centenários, tradicionais, formadores de atletas e carregadores da identidade esportiva da cidade, seguem presos em uma divisão esquecida e sem apoio. A frustração não é apenas esportiva: é reflexo de uma realidade em que falta investimento, estrutura e planejamento para que Rio Grande possa voltar a competir em alto nível no futebol gaúcho.
Mais um ano ficou pelo caminho.
E que o próximo, quem sabe, não reserve um destino diferente.

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