Operação próxima à Hidroviária deverá ser realizada em etapas e exige avaliação técnica antes do início dos trabalhos
A retirada de duas embarcações abandonadas na Lagoa dos Patos, nas proximidades da Hidroviária de Rio Grande, começou a ser discutida de forma conjunta entre a Prefeitura e a Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul.
O assunto foi tratado na manhã desta terça-feira (6), durante reunião entre a prefeita Darlene Pereira e o comandante da Capitania dos Portos do RS, Capitão de Mar e Guerra Gutemberg da Silva Ferreira. Os barcos estão localizados aos fundos da Câmara do Comércio e permanecem no local há bastante tempo.
Segundo as informações apresentadas no encontro, a Capitania já busca uma empresa especializada para executar o serviço. A retirada deverá contar com profissionais capacitados, incluindo mergulhadores e uma equipe responsável pela avaliação das condições das embarcações.
Um dos principais cuidados será a possibilidade de existência de combustível e componentes dos motores, que precisam ser removidos e manuseados de maneira adequada para evitar riscos ambientais durante a operação.
A Prefeitura informou que poderá contribuir com máquinas e equipes para auxiliar nos trabalhos. A proposta discutida é que as embarcações sejam desmontadas e retiradas gradualmente, em uma operação dividida por etapas.
Apesar das tratativas já estarem em andamento, ainda não existe uma data definida para o início da retirada.
Limpeza e recuperação da área
Para a Prefeitura, a remoção das embarcações representa não apenas uma melhoria visual em uma área próxima ao Centro Histórico, mas também uma medida relacionada à limpeza urbana, preservação ambiental e saúde pública.
A iniciativa reúne esforços municipais e da autoridade marítima para encontrar uma solução tecnicamente segura para a retirada das estruturas, que atualmente se encontram em estado avançado de abandono.
Participaram ainda da reunião os secretários Vitor Magalhães, de Desenvolvimento, Inovação, Turismo e Economia do Mar; Cláudio Costa, de Relações Institucionais e Comunitárias; Dirceu Lopes, de Serviços Urbanos; e Edson Lopes, secretário adjunto de Mobilidade, Acessibilidade e Segurança.
📍 A retirada das embarcações ainda depende da conclusão das avaliações e da definição da empresa que realizará o serviço.
