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Abuso e lástima: IOF mais caro no bolso dos brasileiros

O Governo Federal acaba de desferir mais um golpe no bolso do cidadão. Desde dia 23 de maio de 2025, novas regras para o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) entram em vigor. E, como tem sido rotina, o maior prejudicado é — mais uma vez — o contribuinte honesto, que trabalha, empreende e movimenta a economia do país.

As mudanças atingem pessoas físicas e jurídicas, e trazem impactos diretos em diversas operações do dia a dia. É o tipo de medida que escancara a sanha arrecadatória de um governo que insiste em cobrar mais de quem já paga demais.

O que muda:

  • Crédito Pessoal e Consignado: aumento na alíquota para pessoas físicas, tornando ainda mais caro o acesso ao crédito.

  • Câmbio e Cartões de Crédito no Exterior: operações internacionais ficam mais pesadas, dificultando a vida de quem estuda, trabalha ou consome fora do país.

  • Seguros e Investimentos: nova tributação em modalidades de seguro e aplicação financeira, inclusive para pequenas e médias empresas.

Tudo isso sob a justificativa de “ajustar as contas públicas” — uma narrativa velha, usada para justificar o injustificável: mais impostos, mais entraves, menos incentivo para crescer.

Até quando?

É um escárnio. Um país com uma das maiores cargas tributárias do mundo continua penalizando quem movimenta a economia. O que falta, claramente, é gestão, responsabilidade e respeito com o dinheiro público. Ao invés de cortar privilégios e rever desperdícios, o governo prefere o caminho mais fácil: enfiar a mão no bolso do povo.

O IOF, que já foi anunciado para ser extinto gradualmente em acordos internacionais, ganha nova vida em solo nacional — com mais tentáculos, mais alíquotas, mais confusão. Um verdadeiro retrocesso.

O povo precisa reagir.

Enquanto os palácios de Brasília seguem iluminados, o brasileiro vê sua conta bancária encolher. É hora de cobrar explicações e exigir mudanças. Afinal, quem governa para o povo não governa contra ele.

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