Parece que tem gente confundindo BR-116 com rota de exportação alternativa. Na noite da última quarta-feira (21), um jovem de 19 anos, natural de Rio Grande, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal em Pelotas, enquanto tentava fazer uma entrega especial: nada menos que 8,3 kg de skunk, uma versão turbinada da maconha — também conhecida como a “super maconha”. A operação ocorreu durante fiscalização de rotina, mas o aroma da aventura (e da droga) falou mais alto.
O rapaz viajava tranquilamente em um Gol com placas de Rio Grande, aparentemente achando que o porta-malas era invisível ou imune a revistas. Só que os agentes da PRF resolveram dar aquela conferida básica e, surpresa! Entre o estepe e as boas intenções, encontraram o pacote completo: 8,3 kg de skunk, que ele mesmo admitiu estar levando para a região metropolitana de Porto Alegre. Seria um presente fora de época?
Sem antecedentes criminais, o agora ex-motorista foi autuado por tráfico de drogas e entregue, junto com a carga “verde”, à polícia judiciária. A defesa ainda não se manifestou, mas já há quem diga que ele poderia tentar uma vaga como “consultor de logística ilícita”.
Enquanto isso, a PRF segue firme nas operações de combate ao tráfico, lembrando que não importa se a maconha é gourmet, embalada a vácuo ou vem com nome estrangeiro — o destino, nesses casos, é sempre o mesmo: cadeia.
E o que aprendemos com essa história? Que não é porque uma droga é “super” que o plano deixa de ser ultra furado.